ECONOMIA

Por, NAYARA FERNANDA, economista

Avante Brasil, essa nova geração precisa de nós!

 

Imagem: Internet

É compreensivo que ações ilícitas, corruptas e imorais fragilizam a sociedade, mas, ainda bem, que há justiça no Brasil. A justiça brasileira vem fazendo um trabalho heroico no sistema político do país. Embora haja, pessoas, empresas e políticos que assassinam a ética e a moral com suas condutas maléficas causando danos irreversíveis ao sistema brasileiro, sempre prevalecerá a justiça. Portanto, aos que trabalham de sol a sol para manter a economia deste país, eu digo, não desistam, é para frente que devemos ir.

Isso é fato, é desmotivador lutar por algo no momento em que o país vive, mas o nosso Brasil é melhor que isso e nos brasileiros não podemos nos agarrar aos pontos negativos, neste sentido, vamos juntos, avante Brasil, essa nova geração precisa de nós.

Nas rodas de debate e discussão sobre a atual economia brasileira, sempre me perguntam: “Economista, o Brasil tem jeito?”, e é simples minha resposta: “se não tem, faremos ter”. Ora, somos patriotas deste país, nossos filhos, netos, essa nova geração, depende de nós e se o país não tiver solução, o que será desta geração? E finalizo: “depende de nós, somos nós que mudaremos ou não o Brasil, cabe a nós o poder de mudança, de se sujeitar, (deixar para lá e se manter para viver) ou lutar, (buscar fazer a diferença, trabalhar arduamente com dignidade), ensinando a essa nova geração que essa não é a realidade de todos e que somos melhor que isso. Porque, se agirmos diferente e se ficarmos só apontando e criticando o país, estaremos ofendendo a nós mesmo e compactuando das mesmas atrocidades, inclusive levando a deduzir, que somos iguais a eles, e não somos, o Brasil não se resume a isso. Temos o poder da escolha política nas nossas mãos, temos a força de trabalho e somos os responsáveis por fomentar a nossa economia, portanto o Brasil não só tem jeito, como será nós mesmo os idealizadores.

Esta semana me deparei com uma pergunta, embora mesmo depois de respondê-la, fiquei encucada. Me perguntaram: “Qual a melhor alternativa neste momento de turbulência na economia e na política?” e “Seria melhor vender bens para ter o dinheiro sobre pose ou permanecer na estagnação?”, embora para alguns a resposta é óbvia, para outros é desesperador, o que justifica a minha encucação. Daí, percebe-se o dano que as ações políticas e econômicas causam as pessoas, onde ao viver sobre certa fragilidade, não pensam mais nos modelos de negócios, nos benefícios, na geração de emprego e no coletivo, mas no medo, na angústia, na desmotivação, cujo, é visto como alternativa e solução  que algumas pessoas, comércio e indústria cogitam como saída.

E esse instinto é comum, principalmente quando o indivíduo sente-se encurralado ou desmotivado diante de tamanho dano social, mas medidas como essas acabam levando o indivíduo ao erro, muitas vezes é melhor viver com a estagnação, do que com as escolhas sem voltas. Independente da situação que o país vive, tudo passa, a economia pode estar estagnada hoje, porém, cedo ou tarde, voltará a crescer e se nos deixarmos levar por situações momentâneas, será bem mais difícil recomeçar do zero depois. O momento é de defensiva, neste sentido, é melhor aguardar antes de tomar qualquer decisões precipitadas. Se agirmos contrário ao atual cenário, certamente mais rápido reverteremos a crise, agora não podemos é desistir, assim, sem sombra de dúvidas, perseveremos.

Por, NAYARA FERNANDA,economista

        Nayara Fernanda N. dos Santos

Economista registrada pelo conselho CORECON-RO, n° 694

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